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Palavras
da garotada: “Cidade de Deus”

Do romance de PAULO LINS
Um filme dirigido por FERNANDO MEIRELLES
Como são interessantes as palavras da“garotada”no
momento de falar sério!!!
O que vocês terão a continuação
foi feito por alunos da 5ta. Série, depois de
assistir um filme muito legal: “Cidade de Deus”.
Este filme serviu para que todos possamos pensar que
a realidade da Rocinha (favela do Rio de Janeiro), não
está tão longe da nossa realidade.
Tomara que possam desfrutar do trabalho destes alunos.
Até o próximo
encontro!!!!
Osvaldo Masino
Professor de Língua Portuguesa
INTRODUÇÃO:
Cidade de Deus é um filme de Fernando Meirelles
baseado no romance Cidade de Deus de Paulo Lins. Retrata
o crescimento do crime organizado neste bairro no subúrbio
do Rio de Janeiro, entre os anos 60 e o início
dos anos 80. A estória é baseado em fatos
reais.
Assim
opinaram os seguintes alunos:
Florencia
Stevanovitch, Guillermina Díaz Luján,
Alberto Pomato, Esteban Cabo Braceras, Federico Ratier,
Ignacio Roldán, Máximo Kleinhempel, Javier
Bianchi y Agustín Díaz Vega.
O filme brasileiro
CIDADE DE DEUS, serviu como disparador para dar-nos
conta da realidade em que estão unidos os brasileiros,
não é tão diferente da que nós
vivemos.
Nas zonas mais humildes,
gera-se uma luta pela supervivência do mais apto,
essa luta forma parte da guerra constante, na qual é
melhor manter-se calmo, não chamar a atenção
e a melhor maneira de sair desta é o trabalho
do dia-a-dia e a aceitação do resto da
sociedade como apoio moral a que melhorem.
A falta de educação
é algo que nos faz entender melhor o desarrolho
desse ambiente: ao uso e ao abuso desmedido de drogas
e sexo, a violência familiar e o repudio à
vida e dignidade humana, por exemplo, matar uma pessoa,
tem a mesma significado que matar a um GALO.
Este perfil pode ser
aplicado tanto para uma favela brasileira, como a uma
favela argentina. Dois países vizinhos sofrem
as iguais condições onde a mediocridade
e o rancor se engendram no berço da sociedade.
O importante é
ganhar dinheiro, não importa como, só
ter dinheiro, para comprar roupas caras, jóias,
automóveis, equipes tecnológicos, mas
seguir sendo um analfabeto de uma favela.
Até que ponto
é tolerável esta situação?
Até que ponto
seguiremos gerando estes TROGLODITAS ?
Até que este
fenômeno cresça mais do necessário
e nos passe por cima.
Mas realmente, que é o mau, o culpável
desta situação?
Podemos culpá-los
a eles somente? Não sejamos tão hipócritas,
o mundo em que vivemos é conseqüência
dos atos de todos seus integrantes, se só ficássemos
sem chamar a atenção opacadas num canto,
este fenômeno milenário nos passará
por cima, e ninguém se salvará.
Em conclusão,
tanto no Brasil como na Argentina, podemos dizer que
concordamos com Sócrates ao dizer que
“o homem faz o mau por ignorância”.
E por último lemos os comentários
feitos por:
María
Luna Peña, Soler, Hugo Dietrich, Clara Lanusse,
Gerónimo V. Mansilla, Fiona Castiñeira,
Tomás Urso, Benjamín Brugo de las Carreras
e Martín Marcos.
A falta de segurança
em nosso país é uma das questões
mais preocupantes dos últimos tempos. Já
não se pode sair à rua sem estar precavido
do roubo, do seqüestro, do assassinato.
Todos nos vemos involucrados
neste problema, até os mais acomodados, já
que a delinqüência é uma problema
interno que está em todas partes, inclusive nas
mesmas forcas de segurança.
Recentemente, vimos
o filme Cidade de Deus, que está ambientada na
favela mais conhecida do Brasil, a Rocinha, um lugar
cuja principal característica é a insegurança
e o crime. Ao ver isto nos sentimos fortemente identificados,
já que a situação é muito
similar à que vivemos na Argentina.
Um dos aspetos do filme que mais se assemelha a nossa
realidade é a questão da delinqüência
nos menores de 8 a 15 anos roubando lojas e ameaçando
gente com armas de fogo, iniciando-se no crime desde
pequenos e assim ganhado respeito e importância.
Outro tópico
que nos afeta, tanto na Argentina como no Brasil, é
a corrupção policial. Podemos ver que
a polícia aceita sobornos para lavar-se as mãos,
e muitas vezes até promovem os mesmos delitos.
Além disso, na maioria dos casos, as armas de
fogo com as que se cometem os crimes são facilitadas
pelas forcas de segurança.
Outro fator que agrava
a situação é o contrabando de drogas.
Este move muito dinheiro e forma organizações.
Embaixo do efeito dos narcóticos os criminosos
se tornam muito mais agressivos e inconscientes.
Em conclusão,
podemos dizer que a insegurança é um problema
que nos afeta a todos, argentinos e brasileiros, pobres
e ricos. A situação é realmente
preocupante e as soluções propostas pelos
governos não são efetivas até agora.
Felizmente, na Argentina, os cidadãos estamos
cansados e não vamos ficar de braços cruzados.
Más información
sobre “Cidade de Deus”: http://cidadededeus.globo.com/
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